Posse de nova diretoria será na Convenção Empresarial da Cacispar

Lindonês Colferai e Jair dos Santos

Lindonês Colferai e Jair dos Santos

A posse da nova diretoria da Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Sudoeste do Paraná (Cacispar) está marcada para o próximo dia 4 de agosto. Será junto à XIV Convenção Empresarial da Cacispar, no auditório da Unioeste, em Francisco Beltrão.

O novo presidente da Cacispar é Jair dos Santos, ex-presidente da Associação Empresarial de Pato Branco (Acepb). É a primeira vez que Jair assume o comando da entidade regional. “O associativismo depende da união de todos, não é o presidente que fará o grande diferencial, mas sim cada membro do conselho diretor”, acredita Jair dos Santos. 

Entre as metas do novo presidente está fortalecer o associativismo. “Recebemos elogios de outras associações do Paraná em relação ao bom trabalho feito no Sudoeste. Porém ainda precisamos nos tornar mais fortes”.

Segundo Jair dos Santos, desenvolver novas lideranças na região Sudoeste também é uma preocupação. “Temos que buscar de forma otimista incentivar nosso setor empresarial, para que se torne cada vez mais competitivo, mesmo neste momento de crise econômica”, diz ele.

Jair dos Santos assume no lugar de Lindonês Colferai, que ficou por quase duas gestões à frente da Cacispar. Colferai também foi presidente da Associação Empresarial de Coronel Vivida (ACIVI), cargo que precisou deixar para assumir a presidência do Sicoob de Pato Branco, seis anos atrás.

Para ele, o principal trabalho realizado na Cacispar em sua gestão foi o fortalecimento das associações comerciais da região. “Expandimos o número de entidades, ajudando a criar associações nos municípios que ainda não tinham, e trabalhamos para garantir que elas tivessem receita e estrutura para atender os empresários”, conta Colferai. “Recebi apoio da diretoria da Cacispar para tudo o que realizados e só tenho a agradecer”.

Da presidência, leva apenas uma frustração. “Muitas coisas que quisemos fazer dependiam de decisões políticas, que nem sempre são tomadas na velocidade que o setor produtivo precisa. De dois em dois anos, os políticos mudam e as negociações vão ficando para trás”, lamenta ele. Caso da construção do Aeroporto Regional do Sudoeste, que ainda não saiu do papel. “Batalhamos pelo aeroporto, é uma busca antiga da nossa região”.

A ideia é que o terminal seja construído em uma das duas maiores cidades da região, que são Francisco Beltrão e Pato Branco. O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil já reconheceu a necessidade de um aeroporto para o Sudoeste.